Quarta-Feira, 6 de Julho de 2005
Já faz um bom tempo que eu não escrevo nada sobre o meu dia-a-dia, mas hoje preciso colocar pra fora um pouco da indignação que eu estou sentindo. Não, na intenção de que alguém leia, ou se posicione ao meu favor, mas apenas com o intuito de desengasgar o que ora está entalado na minha garganta.
Ocorreram no meu trabalho alguns desentendimentos por pura falha de receptividade e compreensão na comunicação em uma ocasião específica. Esse desentendimento gerou um atrito (e um mal estar geral) dentro do ambiente de trabalho e por fim se estendeu a uma comunidade da Internet.
Confesso que em dado momento enquanto via o circo pegar fogo sobre um comentário meu - sem citação de nomes e informações diretas - tive vontade de me defender, de retrucar e rebater cada acusação que faziam contra mim. Mas antes de fazê-lo, parei para pensar e decidi que não devia, porque dessa forma estaria me igualando a todas elas e definitivamente não é o que sou.
Elas faziam comentários sobre coisas pequenas, sobre valores financeiros, idéias deturpadas, distorcidas e inverdades. Não tenho a necessidade de lutar por um lugar ao sol, pois isso não faz parte da minha vida nem da minha realidade. Brilho sim! Sempre, e por onde quer que eu passe, porque o meu interior emana luz própria.
Após ter refletido decidi que se for preciso vou me isolar de quantas pessoas for necessário para nunca mais me encontrar no meio de um covil. Fico muito feliz, não por ser melhor ou pior que ninguém; mas por ser único na minha essência, pelo amor próprio, por princípios e valores que levo sempre dentro de mim. Enfim, por ser diferente de muitas pessoas que pensam que essas qualidades não significam nada; por isso sim eu tenho plena convicção que sou um ser humano especial.
Turbulências a parte. Quando saí do serviço, fui até o Shopping West Plaza ver a minha irmã Aline. Ela pediu para eu comprar um CD do Blink 182 no meu cartão para ela dar de presente de aniversário ao Célio ( rapaz que também trabalha na Centauro e está ficando com ela ). Fiquei com vontade de comprar o DVD Táxi, um filme cuja protagonista é ninguém menos que Gisele Bündchen. Mas pensei bem, me contive e me conscientizei que seria um débito desnecessário. Já em outro momento da presente data, mas não na mesma linha de pensamento, me deixei seduzir pelo consumismo das massas e me rendi a alimentações no McDonald's.
- Postado por: André Oliveira às 23h08
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